O processo é conduzido por dois profissionais:
Perito médico, que verifica a condição de saúde, limitações funcionais e duração da deficiência.
Assistente social, que avalia aspectos sociais, econômicos e familiares, além de possíveis barreiras no ambiente.
O diferencial dessa avaliação é considerar não apenas o diagnóstico médico, mas também o impacto real da deficiência na vida da pessoa, no trabalho, nos estudos e na participação social. O método segue, em muitos casos, a Classificação Internacional de Funcionalidade (CIF), utilizada pela Organização Mundial da Saúde.
Essa abordagem garante que o benefício seja direcionado a quem realmente necessita, evita cortes injustos e assegura que fatores como acessibilidade e apoio familiar sejam considerados na decisão.