1. Você nem sabe quanto tempo já contribuiu
Se você nunca olhou seu CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais), esse é o primeiro sinal. Saber quantos anos já foram contabilizados é o ponto de partida do planejamento previdenciário.
2. Já trocou de emprego algumas vezes (ou foi autônomo)
Trabalhos informais, MEI, ou períodos sem carteira assinada podem ter deixado lacunas no seu histórico previdenciário. Sem planejamento, esses buracos podem adiar ou reduzir sua aposentadoria.
3. Pensa em mudar de carreira ou empreender
Mudanças profissionais podem afetar sua contribuição ao INSS — e, muitas vezes, ninguém te avisa disso. Um bom planejamento antecipa essas transições e mantém sua proteção social em dia.
4. Já ouviu falar de "regra de transição" e não entendeu nada
Se os termos “pedágio”, “fator previdenciário” e “pontos” soam confusos, você provavelmente precisa de orientação técnica agora, não aos 60 anos.
5. Acha que “só vai pensar nisso depois dos 60”
Quem planeja cedo, aproveita mais cedo. Com tempo, é possível corrigir, completar e até otimizar sua aposentadoria — algo quase impossível perto da idade mínima.
Aos 40, você não está atrasado, mas o tempo de ignorar a aposentadoria já passou. Fazer um planejamento agora pode proporcionar mais segurança, menos surpresas e até um benefício maior no futuro.